Baixista do Julian Marley com o boné da GrowPlant em festival de reggae na Alemanhâ- ReggeaJam 2016
Alguns TAKES do show
Show COMPLETO
sábado, 20 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Saiba mais sobre aminoácidos
Aminoácidos: fonte de vida para suas plantas...
Neste novo artigo vamos nos concentrar em falar sobre um dos
elementos mais desconhecidos da nutrição das plantas, e possivelmente um dos
mais importantes: os aminoácidos.
Há muitas maneiras de se olhar para os compostos “amino-ácidos”
que é como os chamamos de modo geral. Um aminoácido é um tipo de ácido orgânico
(húmico ou fúlvico) ou sintético (agentes quelantes) que contém um grupo
funcional “ácido” e um grupo funcional “amina” nos átomos de carbono
adjacentes. Os aminoácidos são considerados os “os blocos de construção” das
proteínas.
Os elementos principais de um aminoácido são o carbono, oxigênio,
hidrogênio, e azoto; embora seja bom salientar que outros elementos podem ser
encontrados nas cadeias laterais de certos aminoácidos.
As plantas, assim como qualquer organismo vivo, precisam de
certos componentes para que seu desenvolvimento e crescimento ocorram de forma
plena em todos os estágios de seu ciclo vital, no caso das plantas, um solo (ou
substratos) apto para o plantio, sol, água e ar. O componente básico para formação das células
vivas são as proteínas, e para que estas sejam formadas, são necessários os
aminoácidos. As proteínas são formadas por sequências de ácidos-aminados, ou dito
de outra forma, aminoácidos.
O efeito sobre as
plantas...
Os aminoácidos em quantidades adequadas são essenciais para
a boa nutrição das plantas, e por consequência, para aumentar o rendimento e
qualidade geral das colheitas.
Aminoácidos são ingredientes fundamentais no processo de
síntese de proteínas. Cerca de 20 aminoácidos estão importantemente envolvidos
nos processos das funções básicas das plantas. Numerosos estudos de todo o
mundo têm demonstrado que os aminoácidos podem direta ou indiretamente
influenciar nas atividades fisiológicas das plantas.
Os aminoácidos podem ser fornecidos às plantas
incorporando-os ao solo, como nos casos de solos ricos em materiais de
compostagem, húmus de minhoca ou similares. Eles ajudam a melhorar a microflora
do solo, facilitando a assimilação de nutrientes que de outra forma seriam de
difícil assimilação pelas plantas, este tipo de ação tem o nome de quelação.
O que é a quelação
nos fertilizantes?
A quelação é um estado dentro do qual os átomos metálicos
(zinco, ferro, cobre, magnésio, etc.) encontram-se, e neste modo as plantas podem
melhor absorve-los.
Efeito quelante: os aminoácidos têm um efeito quelante sobre
os micronutrientes. Ou seja, quando são aplicados em conjunto com
micronutrientes, a absorção e o transporte destes para o interior da planta
acontecem muito mais facilmente.
Os fertilizantes que contêm ácidos húmicos e fúlvicos
ricos em aminoácidos conseguem “quelar” estes compostos, e assim as plantas
podem melhor dissolvê-los e incorporá-los, além de enriquecer o solo com uma
grande flora-bacteriana benéfica para as plantas e para o próprio solo.
No mercado existem quelatos sintéticos que ajudam na
absorção de nutrientes, mas nós recomentamos a utilização de quelatos
orgânicos, e neste caso os quelantes do Bio Hevean da Biobizz são sem dúvida
alguma um dos melhores produtos orgânicos disponíveis no mercado. Outra
alternativa é utilizar compostos orgânicos do tipo húmus de minhoca, rico em
ácidos húmicos, para a preparação do solo. Uma boa mistura de substratos que
vai aportar aminoácidos e está ao alcance de qualquer bolso seria a seguinte fórmula:
50% de fibra de coco ou Sunshine, 30% de húmus de minhoca, e 20% de perlita ou
vermiculita. Espero ter esclarecido algumas dúvidas sobre o complexo assunto
dos aminoácidos e esperamos vocês nas próximas edições.
Não esqueça que o mais importante é o carinho, a delicadeza
e a atenção na sua cultura. Boa colheita a todos!
Autor: MR. HYDRO
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
HPS ou LED ? Eis a questão!
HPS vs LED
Mitos e Verdades
Nesta nova edição da revista Maconha Brasil vamos falar
sobre um dos assuntos que hoje em dia mais se escuta nos bate-papos dos Growers
“os sistemas de iluminação”. Tentaremos explicar e esclarecer as vantagens e
desvantagens de cada um dos sistemas de iluminação para cultivo indoor mais
usados no mundo tudo.
Em primeiro lugar esclareceremos que este artigo vai ser o
mais objetivo possível. Ainda que tenhamos preferência por um ou outro sistema
de iluminação, gostaria dizer, que com os dois tipos de luminária podemos obter
grandes resultados, e a comparação entre os sistemas não vai basear-se na
produtividade já que existem muitos testes feitos por colegas de países como
Holanda, Espanha ou Estados Unidos onde os resultados entre uma e outra luminária
são praticamente iguais em condições similares de temperatura, umidade,
exaustão, etc.
Começaremos falando sobre a vida útil e consumo das
luminárias que sem duvida nenhuma é um dos pontos mais importantes. Com
respeito a este assunto podemos dizer que o período de vida útil de uma
luminária de LED é 2,5 vezes maior que o da lâmpada de HPS. Normalmente as
lampada HPS têm que ser trocadas aproximadamente a cada 2 anos, porém, as
luminárias LED não precisam de manutenção alguma por pelo menos 5 anos. No
quesito eficiência, podemos resaltar a grande eficiência por watt que tem a
luminária LED: 1 watt de LED equivale a 4 watts de HPS, isto se traduz em uma
economia de 60-80% no consumo elétrico, ou seja, uma lampada HPS consome até 3-4
vezes mais eletricidade do que um painel de LED.
Com respeito à eficiência da luz gostaria ressaltar que a
lâmpada HPS fornece uma cor branco-alaranjada cálida podendo chegar a queimar
as folhas das plantas se colocarmos a lâmpada muito perto ou uma grande quantidade
de watts, a luminária LED pelo contrário tem uma luz principalmente composta de
cores vermelha e azul na proporção que o fabricante desenhe. Estas cores praticamente
não desprendem calor, e podemos colocar as luminárias muito perto das plantas
sem medo a queimá-las ou colocar uma grande quantidade de watts sobre uma só
planta. Além disso, as lâmpadas HPS desprendem muito calor enquanto a luminária
LED quase não emite calor, possivelmente este é dos pontos que marcam mais a
diferença entre um e outro sistema de iluminação. O Brasil é um país tropical
onde durante quase todo o ano e em quase todas as regiões a temperatura está acima
dos 25º Celsius, havendo necessidade de usarmos aparelhos para redução da
temperatura como ar-condicionado, ventiladores, exaustores, etc. resultando em
altos custos, como o da eletricidade e o da aquisição destes aparelhos, além
ainda dos problemas relacionados com os valores muito baixos de umidade que
estes aparelhos podem nos criar no cultivo.
Com certeza umas das grandes vantagens que as luminárias LED
têm é sua fácil instalação e montagem, praticamente com um gancho e um simples
suporte o sistema está pronto para conectar na tomada e começar a cultivar, as
lâmpadas HPS, pelo contrário, requerem uma infraestrutura bem maior e às vezes
custosa (reator, cooltube, dutos, etc.), além de precisarmos conectar fios,
colocar fita isolante aqui e ali, etc.
Um dos benefícios de cultivar com LED é sua intensidade
espectral, esta pode ser personalizada adaptando-se a cada estágio do cultivo,
ou seja, usando diferentes intensidades e cores segundo o estágio da planta,
podendo dar a elas o espectro que precisam em cada momento de seu ciclo vital.
As lâmpadas HPS não têm esta possibilidade e sempre emitem o mesmo espectro indiferentemente
do estágio da planta, caso tenhamos um reator eletrônico podemos regular a
potencia da lâmpada, mas nunca o espectro nem a emissão de cores.
Algumas novas luminárias LED estão incluindo já no espectro
a cor verde que não interatua direitamente com as plantas, mas beneficia o
cultivo já que a cor verde do LED é antibactericida e fungicida, evitando a
proliferação de fungos e bactérias na área iluminadas do cultivo. O espectro das
lâmpadas HPS não tem propriedades fungicidas, nem bactericidas.
Também temos que falar na questão dos riscos. Neste ponto
também os LED levam uma grande vantagem frente às HPS. Os diodos dos LED são
bastante seguros e dificilmente ocasionem um curto-circuito ou queimam algum
material ainda fiquem em contato com este, as lâmpadas HPS, pelo contrário, são
perigosas já que ocasionam apagões por excesso de consumo elétrico e podem
chegar a originar incêndios se a lâmpada entra em contato com algum material
inflamável devido ao calor intenso que emite este tipo de lâmpada. Além do calor, os reatores das lâmpadas HPS
também emitem vibrações e um pequeno ruído que pode ocasionar problemas na hora
de se ter um cultivo em casa. Os painéis LED para cultivo indoor não geram barulho, nem vibrações.
Falando sobre mitos e
verdades, um dos grandes mitos sobre a comparação entre as luminárias LED e as
lâmpadas HPS é o seguinte: muitos cultivadores acham que comprando uma
luminária LED já não precisarão de um bom sistema de exaustão, ou seja, que com
um sistema simples ou às vezes nem isso terá melhores resultados que com uma
lâmpada HPS e um bom sistema de exaustão. Este é um grande mito, para não dizer
erro, já que no cultivo indoor principalmente no estágio de floração as plantas
consomem muito mais quantidade de CO2 (dióxido de carbono) e oxigênio. Caso não
tenhamos um bom sistema de ventilação e exaustão nossas plantas não terão uma
grande produtividade na floração ainda que tenhamos o melhor dos painéis de LED
e a temperatura controlada.
Uma grande verdade que não podemos esquecer é que ainda que os
LED apresentem uma grande quantidade de vantagens frente aos HPS, estas últimas
são lâmpadas usadas já há muitos anos, obtendo grandes resultados, pelo que não
podemos dizer em momento nenhum que a diferença de um e outro sistema esteja na
produtividade ou na qualidade do produto final. Os painéis de LED não são a
penácea nem eles sozinhos realizam milagres. Tanto com lâmpadas HPS como com
painéis de LED os cultivadores têm sempre que estar atentos e dar o seu melhor
para obter os melhores resultados.
Uma vantagem das lâmpadas HPS frente às luminárias LED em algumas
regiões do país e estações do ano é o calor. Sim, pode parecer estranho, mas é isso
mesmo. Em alguns lugares do Sul e áreas serranas do país essa pode ser uma
grande vantagem já que as lâmpadas HPS geram calor e os painéis de LED não. Como
tudo na vida, às vezes uma coisa que um não quer outro pode estar precisando.
Outra das vantagens das lâmpadas HPS é o preço bem mais em
conta que as luminárias LED, que têm o preço bastante mais elevado. No mercado
hoje em dia, inclusive, temos uma grande variedade de marcas de lâmpadas HPS
com preços dos mais variados, desde lâmpadas muito baratas até feitas
especificamente para cultivar ou de marcas reconhecidas que custam três vezes o
preço das mais baratas. Por enquanto, uma grande desvantagem dos painéis LED é
o desconhecimento das marcas e o preço elevado, e aqui vou dar, sim, uma dica
pessoal. Tenham cuidado e vejam bem que produtos compram, porque com as
luminárias LED, estão vendendo muito gato por lebre: diodos e chips de muito má
qualidade com porcentuais de iluminação muito abaixo da média, mas que são
vendidos como se fosse tecnologia de ponta a preços abusivos. CUIDADO, pesquise
e informe-se bem antes de comprar uma luminária LED.
Outra possibilidade é misturar os sistemas. Sim, o amigo leu
bem: hoje em dia muitos colegas no hemisfério norte estão cultivando misturando
os dois tipos de sistemas de iluminação, ou seja, com LED e HPS ao mesmo tempo
obtendo resultados que dariam água na boca a qualquer um. Cultivar com os dois
sistemas é uma grande opção principalmente para as regiões mais frias do país. Os
sistemas LED não geram o calor que no inverno pode até ser necessário, podemos ainda
usar uma lâmpada HPS menor, o que reduziria o consumo enquanto fornecemos às
nossas plantas o espectro mais completo que se pode ter no mercado. Esta é uma
boa opção dependendo do momento, lugar, economia, etc.
Na comparação as luminárias LED ficaram um pouco melhor
colocadas com relação às lâmpadas HPS, pelas grandes vantagens que estas têm. Mas
como já dissemos no artigo, a opção por um ou outro sistema depende de muitos
fatores, além disso, optar por um sistema de iluminação ou outro não vai fazer
milagre sozinho: muita atenção, carinho e dedicação em nossos cultivos. Esperamos
encontrar a todos vocês novamente na próxima edição com mais dicas, explicações
e sugestões. Grande abraço a todos e boa coleta.
clique na imagem para ampliar!
Autor: MR. Hydro
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Como Cultivar com o Mapito
Olá galera!! Continuando com nossa seção “Hidroponia sem mistérios”, nessa nova edição da Revista Maconha Brasil vamos falar sobre o Mapito, o substrato inerte que podemos usar em sistemas hidropônicos, semi-hidropônicos, ou misturar com outros tipos de substratos inertes ou orgânicos.
Começaremos explicando o que é o Mapito:
O Mapito é um substrato inerte muito utilizado pelos cultivadores holandeses na floricultura em estufas e cultivos indoor pelas características que apresenta, como uma grande oxigenação e uma excelente retenção de umidade. É composto à base de flocos e escamas de lã de rocha, e polietileno.
Começaremos explicando o que é o Mapito:
O Mapito é um substrato inerte muito utilizado pelos cultivadores holandeses na floricultura em estufas e cultivos indoor pelas características que apresenta, como uma grande oxigenação e uma excelente retenção de umidade. É composto à base de flocos e escamas de lã de rocha, e polietileno.
Para podermos usar o Mapito, antes deveremos estabilizá-lo e umedecê-lo corretamente. O procedimento é muito simples e similar ao da lã de rocha. Em primeiro lugar limparemos o substrato para deixá-lo livre de impurezas ou sais que possam fazer aumentar os níveis de CE. Para limpá-lo corretamente deveremos por todo o substrato a ser utilizado num balde com água com uma CE o mais baixa possível, entre 0.3 e 0.4.
Uma vez que tenhamos o Mapito lavado, deveremos estabilizar o pH do substrato numa faixa de 5.5 para poder começar sem problemas o cultivo, com a CE o mais baixo possível e o pH estável para uma correta alimentação das plantas desde um o inicio.
O Mapito é um substrato que antes de ser usado deve ser umedecido, caso contrário sua capacidade de reter água ficará muito aquém do seu verdadeiro potencial. É importante mantê-lo molhado durante umas 24 horas, aproveitando-se o momento para realizar a estabilização do pH.
Vantagens do Mapito frente à Lã de Rocha:
O Mapito e a lã de rocha são dois substratos muito similares e com características similares também, ambos com excelentes resultados para os cultivadores. O Mapito, como dissemos, é composto por lã de rocha e polietileno apresentando-se em forma de flocos e aparas a granel. Este formato de flocos é ideal já que se pode cultivar em vasos, o que nos permite mexer ou rotacionar as plantas. Com os Slabs de lã de rocha, as plantas não podem ser mexidas já que poderíamos quebrar as raízes ou o torrão central, danificando-as.
Por outro lado temos o grau de oxigenação. Nos dois substratos é alto, mas cabe dizer que o Mapito ao ser granulado tem um grau extra de oxigenação. O alto grau de porosidade do Mapito faz que este meio de cultivo seja muito adequado para os cultivadores em hidroponia e vasos. A retenção da umidade é muito similar entre os dois substratos, porém com o Mapito ganhamos em oxigenação e retenção de umidade com relação ao Slab da lã de rocha comum.
Como cultivar em Mapito passo a passo:
O primeiro que faremos, como já comentamos anteriormente, é adequar a CE e o pH do substrato. Procederemos colocando o substrato num balde com água com o pH estabilizado entre 4.2-4.5 tendo em conta que o mesmo acabará por subir a 5.2-5.5, sendo essa a faixa para começarmos com as mudas ou estacas. Mediremos a CE inicial para saber a diferencia de CEs depois de realizar a estabilização do substrato.
Se observamos que depois de umas 12 horas a CE d’água que está de molho subiu alguns pontos, deveremos vaziar o balde e enchê-lo novamente com água a uma CE inicial baixa e um pH estável de novo.
O segundo passo após estabilizar o Mapito é proceder à eliminação do excesso de água, de modo que o substrato fique umedecido, mas sem estar encharcado: pode-se simplesmente exercer uma leve pressão com as mãos para retirar o excesso de água.
Deveremos pôr o Mapito num vaso, com cuidado, observando para que não fique muito comprimido, já que isso levaria a uma redução importante da oxigenação do substrato. Há que se ter em conta que o Mapito quando absorve água se comprime, fazendo um oco; por tanto, encheremos os vasos com substrato e depois da rega olharemos se o substrato foi compactado deixando um espaço livre que deverá ser preenchido com mais Mapito.
Uma vez que tenhamos os vasos preenchidos com o substrato, colocaremos as sementes previamente germinadas em lã de rocha ou pequenos blocos de Mapito comprimido, como se de terra se tratasse, deixando que o caule fique coberto por uma pequena camada de Mapito. As tampas dos vasos serão indispensáveis para evitar que as raízes entrem em contacto com a luz e ao mesmo tempo evitaremos o crescimento de algas no substrato, pode ser utilizar argila expandida o brita para tampar a parte superior.
As tampas dos vasos terão dois buracos, o central, que será onde ficarão as mudas ou estacas, e um lateral, para que se possa instalar o gotejador. Cabe dizer que no começo do crescimento e até a segunda semana de floração, quando as raízes deixam de crescer, deverá ser realizada uma rotação da posição do gotejador para termos uma distribuição equitativa da umidade dentro dos vasos. Este procedimento se recomenda fazer sempre que trabalharmos com gotejadores, independentemente do tipo de substrato que seja usado.
Este tipo de vaso está especialmente desenhado para o cultivo com Mapito, são vasos de 3,5L de capacidade (equivalem a vasos de 14L de terra) os quais têm uma excelente drenagem para facilitar a evacuação da solução nutritiva. Deste modo evitaremos a possibilidade de acumulação de sais ou de excesso de umidade, que poderia resultar no apodrecimento radicular ocasionando a morte das plantas.
O Mapito também pode ser usado em misturas com outros substratos inertes tais como: fibra de coco, argila expandida, sunshime, perlita, etc. além de podermos utilizar junto com substratos orgânicos como húmus de minhoca ou terra adubada. O porcentual em ambos os casos é o mesmo: misturaremos 25-30% de Mapito no substrato utilizado habitualmente. O Mapito aportará a esta nova mistura uma maior retenção d’água e oxigenação, fatores que as plantas vão aproveitar. Os grandes fabricantes deste produto, Cultilene e Grodan, já a vendem misturada com fibra de coco, sendo essa a mistura mais utilizada por os cultivadores na Europa e Estados Unidos entre todas as que acabamos de mencionar.
Conclusões sobre o cultivo em Mapito:
O Mapito está cada vez mais estabelecido nos sistemas de cultivo hidropônicos, premiando seus utilizadores com velocidade no crescimento, facilitando o cultivo e resultando em melhor produtividade e qualidade no produto final.
Podemos dizer que em comparação à lã de rocha, usada tradicionalmente na hidroponia, o Mapito torna mais fácil a movimentação das plantas, possibilitando procedimentos que envolvem rotações. Além disso, a quantidade de nutrientes deverá ser rebaixada em comparação à que usamos na lã de rocha, o motivo é que a clara melhora na oxigenação do sistema radicular tem como consequência uma maior absorção dos nutrientes, diminuindo a quantidade de adubo necessário em comparação a outros substratos. Também cabe destacar que com o Mapito a quantidade d’água utilizada na irrigação será menor, devido à grande capacidade que este substrato tem de reter água e umidade.
O Mapito, diferentemente da maioria dos substratos pode ser reutilizado várias vezes, só devemos retirar as raízes, lavando cuidadosamente com água e limpando o excesso de nutrientes e impurezas que possa ter se acumulado no cultivo anterior. Nessa operação perderemos entre 10-12% do volume já usado, mas será recuperado algo em torno de 90% do Mapito. Por último voltaremos a realizar o processo de estabilização, deixando-o novamente num balde com água, a um pH de 5.5 e uma CE de 0.4, durante um período entre 12-24 horas.
Com tudo isso, só podemos dizer que o Mapito é sem dúvida nenhuma um dos substratos inertes melhores que o mercado para cultivar em hidroponia tem a nos oferecer. Esperamos encontrar a todos vocês novamente na próxima edição, com mais dicas, explicações e sugestões. Grande abraço a todos e boa coleta.
Autor: Mr. Hydro
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Tripes nas Plantas
- Conhecendo e Combatendo as Pragas
- T R I P E S
- Nome Científico: Thysanoptera
- Nomes Populares: Tripes, Trips, Lacerdinha
- Ordem: Thysanoptera
- Classe: Insecta
- Filo: Arthropoda
- Reino: Animalia
- Partes Afetadas: Brotos, Caule,Folhas, Frutos, Ramos
- Sintomas: Folhas das plantas tornam-se pálidas, manchadas, com tonalidade bronzeada ou prateada e depois caem, Brotos tornam-se retorcidos, Flores e frutos ficam feios, com cicatrizes e pequenos.
- Os tripes são insetos muito pequenos, muitas vezes perceptíveis apenas quando os sintomas na planta já são evidentes. Eles apresentam corpo estreito, alongado, com aparelho bucal do tipo sugador, formado por uma única mandíbula, a esquerda, e duas lascíneas. Além disso possuem dois pares de asas franjadas, apesar de não serem muito especializados em voar. As cores variam bastante, e há espécies de cor marrom, preta, amarela, branca, laranja, etc. A maioria das espécies de tripes são fitófagos, ou seja, sem alimentam de plantas. Há também espécies predadoras e outras micófagas (comem fungos).
Pertencentes à ordem Thysanoptera, os tripes ainda se dividem em duas subordens, a Terebrantia, que apresenta um ovipositor externo e em forma de serra para colocar os ovos dentro das folhas das plantas, e a Tubulifera, que possui o último segmento abdominal em forma de tubo e não apresenta ovipositor externo. Esta última põe os ovos em grupos, sobre as folhas. Os tripes se reproduzem de forma sexuada ou por partenogênese, ou seja, não é preciso ter mais que um indivíduo para que se multipliquem. A eclosão pode levar um dia ou algumas semanas, de acordo com a espécie e as condições ambientais. As formas jovens ou ninfas, costumam ter coloração mais clara, não possuem asas e se alimentam da seiva das plantas. Após completarem dois ou três estágios larvais, muitas caem no solo para pupar e se tornam adultos. Podem ocorrer de 12 a 15 gerações de tripes por ano e o ciclo completo de ovo a adulto pode levar 16 dias apenas, no auge do verão.
Os tripes são uma praga frequente em lavouras, jardins, viveiros e estufas. Elas provocam danos às plantas ao sugar sua seiva e raspar seus tecidos. As folhas das plantas tornam-se pálidas, manchadas, muitas vezes com tonalidade bronzeada ou prateada e depois caem. Os brotos tornam-se retorcidos. As flores e frutos ficam feios, com cicatrizes, pequenos e perdem valor de mercado. Das plantas de jardim, os gladíolos, as rosas, as azaléias, os rododendros, os impatiens, os crisântemos, os copos-de-leite, os louros, as petúnias, as fotínias e as íris, entre outros, são bastante suscetíveis. Na horta, os tomateiros, as cucurbitáceas, os morangos e as cebolas são os mais atacados. Os tripes também são responsáveis por transmitir o vírus do “vira-cabeça” do tomateiro e a “mancha-necrótica” do impatiens, entre outros vírus do gênero Tospovirus.
A prevenção e controle regular dos tripes deveria fazer parte da manutenção periódica do jardim. A remoção de restos de podas, principalmente das aparas do gramado, reduzem os locais onde os tripes podem se desenvolver rapidamente. Folhas secas não servem para os tripes, mas as folhas verdes sim. Desta forma, antes de utilizar as aparas como cobertura morta, faça a compostagem em local adequado. A inspeção regular das plantas à procura de pragas e doenças pode revelar os primeiros sinais do ataque, para que se faça um controle efetivo antes que seja tarde demais. Procure por danos e por aglomerados de pragas próximos às bainhas foliares e pecíolos. Microscópio e Lupas podem ser úteis nessa função. Uma boa idéia é sacudir o ramo suspeito sobre uma folha de papel branco. Ninfas ou adultos podem cair no papel e serão visualizados com maior facilidade. Este cuidado é de extrema importância quando trazemos plantas novas para o nosso jardim. Nestas a observação deverá ser mais acurada e as plantas atacadas devem ser destruídas e corretamente descartadas (enterrá-las fundo com cal ou pelo fogo) de forma imediata. O uso de armadilha adesiva azul são interessantes para o diagnóstico e controle da fase adulta dos insetos. Mas fique atento, muitos adultos nas armadilhas, assim como em flores, não significam obrigatoriamente que alguma ação é necessária. Algumas espécies se alimentam unicamente de pólen e fazem um importante trabalho de polinização. Se não houver danos às plantas, os tripes podem estar em equilíbrio e a utilização de algum controle pode afetar este delicado equilíbrio natural.
Os tripes costumam infestar os jardins em épocas secas e quentes. Eles migram de terrenos baldios, onde se mantém nas plantas espontâneas e invasoras. Mantenha seu jardim com as ervas daninhas sob controle, coloque as espécies suscetíveis longe das fronteiras do terreno e se possível utilize barreiras físicas ou mesmo cercas-vivas para proteger o jardim de infestações maciças. Outro ponto importante é cultivar sempre plantas bem adaptadas aos locais escolhidos. Plantas de sol que permanecem na sombra, por exemplo, podem enfraquecer rapidamente e se tornarem suscetíveis aos ataques de tripes. Escolha variedades resistentes e mantenha as plantas saudáveis e vigorosas, bem adubadas e irrigadas, que suas defesas estarão naturalmente reforçadas. Em hortas, faça sempre a rotação das culturas, evitando plantios novos próximos de antigos.
O controle biológico dos tripes pode ser realizado com a utilização de parasitas como vespas (Megaphragma mymaripenne e Thripobius semiluteus)predadores como percevejos (Orius spp,Macrotracheliella spp), crisopídeos (Chrysoperla spp), ácaros predadores (Amblyseius spp eEuseius) e joaninhas (Hippodamia convergens). Inseticidas biológicos como os fungos Beauveria bassiana ou Verticillium lecanii também podem ser efetivos para as diferentes fases do ciclo dos tripes.
Em alguns casos, inseticidas podem ser utilizados. Mas é importante saber que eles não são muito efetivos contra os tripes, além de prejudicarem também insetos úteis e os inimigos naturais. Nos jardins, os inseticidas piretróides, óleo de neem, fumo liquido e calda de sabão são auxiliares no controle. Dirija o jato inseticida para a face inferior das folhas e onde elas se inserem nos ramos, como bainhas e pecíolos. Outros inseticidas requerem sempre a orientação de um engenheiro agrônomo.- Alerta:
- Algumas espécies de tripes podem picar. Em geral a pele fica irritada e nenhum outro cuidado se faz necessário. Em caso de alergia, o médico deverá ser procurado.
- Autor: Raquel Patro
- Fonte: http://www.jardineiro.net/
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Kit Irrigacao Automatizada
Kit irrigação Automatizada c/ Balde 20 litros - até 10 plantas
Kit de fácil montagem podendo ser expansível e adaptável a necessidade do cultivador;Distribuidor principal com 5 saídas e filtro acoplado que permite o que permite a retenção de partículas solidas;
Mangueira principal e micro tubos pretos com proteção contra luz o que impede a formação de algas;
Veja mais em nosso site: kit Irrigação automatizada
Veja abaixo o vídeo de nosso Kit Irrigação:
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sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Como Cultivar em lãs de Rocha da Cultilene
COMO CULTIVAR EM LÃS DE ROCHA CULTILENE
Vamos começar falando um pouco sobre a lã de rocha para que todos saibam como surgiu.
1) Historia da lã de rocha:
A lã de rocha é um produto que foi descoberto no Século XX no Havaí mediante a observação da ação natural dos vulcões. A partir desse momento consegue-se criar o produto na Dinamarca pela empresa Rockwool lançando ao mercado o primeiro standard de lã de rocha como é conhecida hoje em dia.
Para a criação de lã de rocha tal como a temos presente hoje em dia antes se devem realizar diferentes processos artificiais. Uns dos quais é a fundição da rocha basáltica em fornos a 1600 ºC emulando a ação do vulcão deixando a rocha em estado natural de lava liquida.
Para obter as fibras aplica-se á lava um ligante orgânico que depois de uns processos mecânicos na que atuam a força centrifuga obtém-se como resultado um colchão de lã. Esta lã comprime-se deixando mais ou menos oxigenação entre as fibras segundo o uso que for ter esta já sejam para isolante acústico, térmicos, corta fogos e finalmente o uso na agricultura (hidroponia principalmente).
2) Vantagens de cultivar em lã de rocha:
No cultivo convencional de plantas no solo, grande parte d’água fornecida por irrigação é perdida por evaporação ou por escorrimento superficial, levando junto os nutrientes contidos no solo. O sistema hidropônico da lã de rocha é um sistema fechado e toda água contida nele é fornecida para as plantas e a perda por evaporação e muito baixa e por escorrimento não existe. Com isso há uma otimização no uso d’água e nutrientes da solução nutritiva.
Com o sistema de lã de rocha os vegetais se desenvolvem até 3 ou 4 vezes mais rápido. Além disso, os vegetais podem ser cultivados em densidade 5 vezes maior que no sistema convencional. Isso ocorre, pois em hidroponia são dadas condições plenas d’água, nutrientes e oxigênio para que a planta se desenvolva com sua máxima capacidade. Isto torna possível o cultivo hidropônico em apartamentos e em pequenos lugares.
Por ser cultivado em ambiente protegido, não há trabalho com capina, pouca sujeira, poucas aplicações de inseticidas ou fungicidas. Basicamente a única manutenção envolvida é o monitoramento da solução nutritiva e a colheita.
Os cultivos com lã de rocha são realizados em ambiente protegido e sem solo, deste modo não nascem plantas daninhas. Sem plantas daninhas não há necessidade de aplicação de herbicidas e facilita a neutralização de pragas, principalmente de fungos que se aproveitam da terra e outros insetos que precisam colocar seus ovos em substrato orgânico.
3) Como estabilizar à lã de rocha:
O substrato de lã de rocha é um produto o qual será preciso tratar antes de sua utilização. Tem que se estabilizar o pH para puder iniciar o cultivo sem problemas dado que seu pH inicial é bastante alcalino, perto do 7,5.
Devemos de submergir os Slabs ou Big Blocks numa solução nutritiva que contenha um pH de 4,5 com uns níveis de CE de 0,5-0,6 MS (Milisiemens) ideal para começar o cultivo desde sementes sem temor que estas tenham falta de nutrientes no começo. Deixaremos estes por 12 horas na solução nutritiva.
O pH dos Slabs ou Big Blocks ao começo do cultivo deveram estar num pH de 5,5, senão for o caso, deveríamos submergir os Slabs ou Big Blocks novamente durante umas horas mais e ir controlando o pH até que este sê estabilize.
Um método simples e fácil de saber se os Slabs estão estabilizados é irrigar com água a pH 5,5 e medir o excesso da irrigação com um medidor de pH. Se o excesso tem um pH de 5,5 será o momento de proceder a semear as sementes.
4) Como germinar sementes em lã de rocha:
Antes de proceder á germinação das sementes deveremos de haver estabilizado os blocos da lã de rocha durante 12-24h num balde com uma solução nutritiva a pH 4,5 igual que com os Slabs ou Big Blocks para deixar num pH 5,5 ideal para começar o cultivo das plantas em crescimento.
A germinação a realizaremos diretamente nas bandejas de lã de rocha que contem pequenos blocos (células) de 2,5 x 2,5 cm ou 3,5 x 3,5 cm. Para ter sucesso na germinação de todas as sementes é conveniente ter as bandejas uma estufa de propagação para puder manter a umidade constante e assim facilitar a germinação das sementes. Tem que lembrar que os blocos de lã de rocha tem que estar já estabilizados a um pH de 5,5. Quando a semente já esteja germinada e comece a crescer transplantaremos estas aos Slabs ou Big Blocks.
Para transplantar as sementes deveremos ter cuidado com a raiz para não quebrar esta, quando for a anexar os pequenos blocos das bandejas de 2,5 x 2,5 ou 3,5 x 3,5 cm aos blocos grandes (Stone Wool) de 7,5 x 7,5 x 6,5 ou 10 x 10 x 6,5 que vão anexos aos Slabs como se mostra na foto. Pressionamos realizar esta operação com cuidado até que o pequeno bloco fique bem enxertado no bloco grande de lã de rocha de 7,5 x 7,5 x 6,5 cm ou no de 10 x 10 x 6,5.
6) Como fazer estacas ou clones em lã de rocha:
O processo para realizar estacas ou clones é muito similar a outros métodos de propagação ou estaquia como pode ser em Celula Jiffy ou coco.
Depois do processo de pré-clonagem dos clones ou estacas e uma vez tenhamos os primeiros galhos trabalhados e preparados os fixaremos com cuidado nos blocos de lã de rocha de 4 x 4 cm já estabilizados a pH 5,5 de modo que não fique muita umidade retida nos blocos para evitar apodrecimento dos caules.
Uma vez fixados nos blocos de 4 x 4cm os trataremos igual que se foram tido feitos em celula jiffy, controlando a umidade cada dia, pulverizando os blocos e mantendo uma umidade e temperatura constante nos blocos para facilitar o enraizamento. É recomendável realizar este processo uma estufa de propagação igual que com as sementes, pois fica mais fácil de manter os parâmetros constantes. Há medida que passam os dias iremos rebaixando a umidade relativa até que finalmente tiremos a tampa da estufa de propagação e assim os clones ou estacas não sofram estresse hídrico em contraste com o exterior.
7) Como cultivar em lã de rocha:
Para realizar um cultivo em lã de rocha começando de sementes o primeiro que devemos fazer é estabilizar todas as lãs a serem usadas. O pH deve ficar estabilizado com uma CE inicial de 0,5-0,6 utilizando durante esta primeira semana de crescimento não mais de dois irrigações de 1 minuto de duração com uma dosagem de uns 100-150 ml por planta. De este modo facilitaremos a expansão radicular das plantas dado que a lã de rocha absorve e retém muita quantidade d’água.
Para facilitar as tarefas de irrigação será de muita ajuda usar um sistema de irrigação automático de montagem simples como o que se mostra na foto, um sistema de cultivo hidropônico formado de Wilma Librabak, uma bandeja hidropônica feita especialmente para cultivar com lã de rocha.
A quantidade de irrigação inicial a poderemos manter até entrar na primeira semana de floração com um pH de 5,5 o qual podemos variar passados os primeiros 5 dias de crescimento. Posteriormente faremos flutuar pouco a pouco o pH até 5,8 e o deixaremos em 5,9 durante o transcurso da primeira semana de floração trás a troca do fotoperíodo. Caso as condições de cultivo variem também podem variar as dosagens da irrigação.
A partir da segunda semana de floração e até finais da terceira aumentaremos o numero de irrigações dos mesmos realizando 3 irrigações. A primeira delas de 2 minutos de duração irrigando quando comece a etapa diurna para que as plantas não fiquem sem alimentos recém começa o dia pra elas. A segunda irrigação será de 1 minuto realizando esta 6 horas após a primeira irrigação com uma CE de 0,8-0,9 e um pH de 6,0.
Começando a 4º semana e até finais da 5º semana de floração se voltaram a aumentar as irrigações a 4 ao dia. A primeira e ultima irrigação a realizaremos de 2 minutos cada uma e as outras duas irrigações serão de 1 minuto repartidas por igual durante o período diurno. Os níveis de CE ficarão em 1,0 e 1,2 MS (Milisiemens) sempre tendo em conta o estadio das plantas. O pH o manteremos em 6,0 deixando flutuar até 6,2 para voltar a rebaixar com pH down até 6,0 novamente.
Durante a 6º semana voltaremos a aumentar as irrigações passando de 4 para 6 ao dia. A primeira e a ultima irrigação terão uma duração de 2 minutos e as outras 4 irrigações restantes serão de 1 minuto deixando a EC 1,4 MS. O pH segue flutuando de 6,0 a 6,2 como na semana anterior.
Na sétima semana de floração manteremos os mesmos numero de irrigações e dosagens. Nesta semana podemos aumentar a CE de 1,4 até 1,6-1,7 MS dependendo do estadio das plantas. O pH podemos deixar flutuando entre 6,0 e 6,3.
Na optava semana de floração as plantas receberão as mesmas irrigações e dosagens que a semana anterior só aumentará a CE até 1,8 MS.
Na nona e ultima semana de floração aumentará a dosagem das irrigações deixando todas em 2 minutos com o pH ajustado em 6,2 junto com uns níveis de CE o mais baixos possível. Podemos aproveitar para aplicar um Flush para que nós ajudar a deixar as plantas mais limpas de sais e nutrientes que contem no seu metabolismo e conseguir deste modo um melhor sabor, olor, cor final das flores ou frutos.
8) Reciclagem e reutilização da lã de rocha:
A lã de rocha é um produto que dependendo do formato que seja adquirido poderemos ou não reutilizar. Por exemplo, o Mapito (lã de rocha em flocos) perfeito para encher vasos pode se reutilizar sem problema algum só têm que lavar vem na água para retirar as raízes do anterior cultivo e também às sais minerais que podem ter ficado retidas. Umas vez lavado teremos que estabilizar este como sempre numa solução nutritiva com um pH de 4,5 durante 24h até que fique estabilizado a um pH de 5,5.
Os Slabs, Big Bocks e blocos de menor tamanho não podem ser reutilizados pelo que teremos que enviar a reciclar. A lã de rocha ao não ser um produto biodegradável teremos que encaminhar a um lugar de reciclagem de resíduos especiais.
Observações: O projeto esta orientado num clima temperado pelo que o tempo das irrigações não é fixo, caso o clima de sua região seja mais quente ou úmido terá que aumentar o tempo das irrigações de 2 minutos para 5 minutos e de 100-150 ml para 250-300 ml por planta.
Autor: Mr. Hydro
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